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BIBIANA & EDUARDO

 


Uma noiva doce, tranquila, querida, forte, cheia de trabalho, super porto-alegrense que mora no Rio de Janeiro. Um noivo alto astral, querido, simpático, apaixonadíssimo, o gaúcho mais carioca de todos os tempo, que mora no Rio de Janeiro. Um casamento em Porto Alegre, um encontro meio por acaso com uma wedding planner, e sem perceber eu ganho dois amigos especialíssimos.
 

No primeiro café já percebi que mulheres fortes vinham por ali, conheci de cara não só a Bibiana como a sua irmã e sua tia, as três tão diferentes, mas tão fortes.
 

Alguns emails depois eu já havia sido completamente conquistada pela Bibiana e a sua doçura, fortaleza, indecisão e confiança. Mais um vinda a Porto Alegre e conheci o Eduardo. Como não adorar o Eduardo? Diz o poeta Quem não gosta do samba bom sujeito não é Ou é ruim da cabeça ou doente do pé, a mesma lógica se aplica a ele!
 

Entre um espresso duplo e outro, percebi não só os olhares apaixonados, como também uma das dinâmicas mais encantadoras entre um casal. Eles não só se completam, eles não só se fazem bem, eles são melhores e mais felizes juntos. E me tornaram alguém melhor também! De verdade, me ensinaram muito sobre amor, casamento, e relacionamento.
 

Vamos ao dia 26 de abril de 2014! A Bibiana tinha referências super fresh, românticas, bucólicas e moderninhas,… Mas volta e meia enveredava por caminhos dourados, grandiosos, com cristal e tudo mais.
 

Todas as minhas noivas sabem que para mim uma das grandes receitas para o fracasso estético de um casamento é ir a esmo apenas juntando tudo que se acha bonito sem um conceito conciso e sólido. O desafio então era criar um conceito que contemplasse os desejos de um casamento leve, colorido, diurno, com o casamento branco com dourado, com muitas flores, cadeira Dior, lustres pompa e circunstância. Não esquecendo das preferências do noivo que não queria ‘aquelas coisas altas nas mesas ( leia-se arranjos altos e tradicionais), e só queria uma oportunidade para sacramentar todo aquele amor cercado de amigos queridos, música boa e bebida gelada.
 

Idealizamos então um casamento em um etéreo jardim cheio de flores, conceito definido!
 

No nosso jardim celestial tínhamos que ter muitas flores ( até porque estamos falando de uma noiva que ama e entende de flores), claro que em um jardim os arranjos não seriam uniformes, estáticos e todos iguais. Os arranjos só podiam ser naturais, com verdes ( do eucalipto aquele verde acizentado que eu amo ), sementinhas, flores em vários tons ( escolhemos uma paleta diversa mas harmoniosa de tons claros em que nenhum em específico se destacava), e canteiros repletos de flores brancas, como teríamos em um jardim, e que atendiam ao desejo do casamento dourado + branco também.
 

A Bibiana confiou muito em mim ( obrigada querida!) e respeitou muito quando eu dizia que algo iria ou não iria funcionar. As referência poderiam ser um tanto lá quanto cá, mas nós criamos um aqui lindo, consistente e que ficou a cara deles!
 

Tínhamos os lustres com cristais e a roda de choro, tínhamos as cadeiras dior douradas e os bistrôs de madeira, tínhamos o amor e mais amor!

Além de toda a lindeza, tivemos uma festa com amor, muito amor, música boa, animação, alegria, e bebida gelada. Do jeitinho que o Eduardo queria!

 

Além de toda a lindeza, tivemos uma festa com amor, muito amor, música boa, animação, alegria, e bebida gelada. Do jeitinho que o Eduardo queria!

 Tivemos emoção sim senhor!

Dança? Sim, temos!

 

Siiiimmmm a irmã pegou!!

 

… E mais dança!!
 

 Mais amor…

 Mais dança e alegria sim senhor!

 E mais amor, por favor…

Ficha técnica:

Projeto, organização, cerimonial: Gabriela Schneider
Fotografia: Franco Rossi
Filmagem: Guilherme Coelho
Local: Casa da Figueira
Decoração Floral: Fernanda D’Rosa
Móveis: Empório das Locações e Mobel
Sonorização e iluminação: Quality
Buffet: ByNani

 

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